SALA DE IMPRENSA

A Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) lança, em julho, o Selo de Qualidade Abravest para roupas masculinas.

TOTUM

Elaborado pelo Instituto Totum, o selo visa garantir que a peça de vestuário adquirido pelo consumidor segue os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Para obter o selo, além do atendimento às normas nos produtos, há necessidade que a confecção atenda a regras de boas práticas, como respeito à modelagem brasileira e instruções para conservação dos tecidos. Para o presidente da Abravest, Roberto Chadad, essa é mais uma medida para melhorar o ambiente de negócios, permitir venda de roupas pela internet e garantir a qualidade dos produtos.

A certificação para roupas femininas está prevista para o segundo semestre. O primeiro selo da Abravest foi criado em 2008, para a produção de meias. No ano seguinte, foi a vez de roupas para bebês, infanto-juvenis e uniformes. Mais informações: www.institutototum.com.br.
Fonte: Dioneia Mendes Brasil Fashion News

http://brasilfashionnews.blogspot.com/2011/07/jornal-on-line-brasil-fashion-news-de.html

Aprenda a escolher o tamanho da roupa para evitar troca de presente

Em geral, a resposta de uma mulher à pergunta “qual é o seu tamanho?” é “depende da confecção”. Não é à toa que as roupas estão entre os presentes de Dia das Mães mais trocados todos os anos.

“Boa parte das 5,5 bilhões de peças que estão no mercado não tem um padrão”, diz Roberto Chadad, presidente da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) e do Instituto Brasileiro do Vestuário (IBV). Apesar de a etiqueta com o tamanho ser obrigatória, a padronização das medidas não é. Depende de cada confecção. Um vestido 44 de uma determinada marca pode, por exemplo, equivaler a um 40 ou mesmo 46 de outra. “Usa-se como referência apenas cintura e busto, o que não é suficiente”, diz Chadad.

Segundo a Abravest, as etiquetas das roupas femininas deverão, até o final do ano, trazer dados objetivos como estatura, medida ombro a ombro (no caso dos casacos), busto, cintura, quadril e comprimento. Calcinhas e sutiãs também não deverão vir mais no mesmo saquinho, pois também trarão as medidas, em vez de números.

A padronização das medidas já é aplicada há muito tempo nos Estados Unidos, em países da Europa e no Japão. No Brasil, as primeiras peças a ter as novas especificações foram meias, roupas infantis e uniformes escolares.

A intenção, de acordo com Chadad, é facilitar a vida das consumidoras que não terão mais de adivinhar o tamanho de seu manequim.

As exportações e, principalmente, as compras on-line também deverão ser beneficiadas, pois ninguém ficará mais em dúvida se a peça irá servir ou não. A padronização não é obrigatória, mas como é fruto de uma longa discussão do setor a tendência é que o mercado passe a adotá-la rapidamente.

Enquanto isso não acontece, Titta Aguiar, consultora de moda e autora dos livros Personal Stylist e Acessórios, ambos da Editora Senac São Paulo, aconselha a evitar comprar roupas que você só sabe se ficam bem quando a pessoa experimenta.

Hoje, segundo ela, ainda é muito difícil acertar a escolha de um corte de calça mais justo, por exemplo. Portanto, para agradar sua mãe no dia dela opte por peças que terão poucas chances de erro no caimento.